O Centro Virtual de Cultura Batuque Brasileiro não apóia a pirataria, sendo simplesmente um canal
de divulgação de grupos desconhecidos e outros, já consagrados, em razão do estudo da Cultura Popular.
Tendo oportunidade de estar com um Mestre, seja ele de Capoeira ou de Maracatu, ou de qualquer outra coisa,
compre o disco, pague a aula. Essa é a profissão dele: Mestre. Louve seu Batuque!
See also Casa Forte Brazilian Percussion, for international Workshops.

06 Fevereiro, 2010

Saída do Bloco Afro Ilú Obá De Min



Ilú Obá De Min - Educação, Cultura e Arte Negra
Ponto de Cultura Ilú Ònà - Caminhos do Tambor
12/02/2010

Saída do Bloco Afro Ilú Obá De Min - Carnaval 2010
Ilú Obá Canta o Atlântico Negro

Participação especial da Congada de Santa Ifigênia
Concentração a partir das 19h

Participação DJ Evelyn , MC Paula Pretta e Theo Werneck
Viaduto Major Quedinho S/N – Bela Vista – SP

Após o cortejo, te esperamos na Festa da Saída no Teatro Coletivo
Rua da Consolação, 1623

Informações:
www.iluobademin.com.br
iluobademin@yahoo.com.br

02 Fevereiro, 2010

Antonio Nóbrega – Na Pancada do Ganzá (1996)



Na Pancada do Ganzá. Este seria o título que Mário de Andrade daria a um livro no qual reuniria vasto material musical recolhido no Nordeste, conforme conta Oneyda Alvarenga nas “Explicações” que abrem a obra Os Cocos (ANDRADE, 1984). No material deixado por ele, constam diversas referências aos cantadores de coco (coquistas, coqueiros, tiradores-de-coco ou cantadores-de-ganzá), especialmente do Rio Grande do Norte, onde conheceu um artista popular que se tornou símbolo de suas pesquisas: Chico Antônio. Quanto ao ganzá, trata-se de um instrumento de percussão característico no acompanhamento desses cantadores. E no material de pesquisa deixado por Mário, incluíam-se desenhos de ganzás, possivelmente para ilustrar capas de livros que seriam dedicados ao populário musical potiguar (texto: Jorge Moutinho).

Em 1971 Ariano Suassuna procurava um violinista para formar Quinteto Armorial e após ver Antônio Nóbrega tocando um concerto de Bach lhe fez o convite que mudaria completamente sua carreira musical.Antônio Nóbrega que até essa ocasião tinha pouco conhecimento da cultura popular, passou a manter contato intenso com todas suas expressões como os brincantes de caboclinho, de cavalo-marinho e tantos outros, que passou a conhecer e pesquisar. Nóbrega revelou-se um fenômeno, ao conseguir unir a arte popular com a sofisticação.


Antônio Nóbrega no Rapidshare

29 Janeiro, 2010

Adão Dãxalebaradã - Escolástica (2003)


Adão dos Santos Tiago
Cantor. Compositor. Ator.

Seu nome artístico "Xalebaradã" significa na língua yorubá "princípio, meio e fim".

Por causa das constantes agressões do pai, fugiu de casa aos nove anos, indo parar em um reformatório na cidade de Passa Quatro, em Minas Gerais. Foi menino de rua e interno da Febem (Fundação Estadual do Bem Estar do Menor). Logo depois, foi expulso do exército. Ex-guerrilheiro na década de 1970. Envolvido com o tráfico do morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro, foi atingido por 14 tiros nos vários embates com a polícia e traficantes, o que o tornou paralítico. Cumpriu várias penas de reclusão. Guia espiritual ligado às raízes afro-brasileiras, compôs cerca de 500 músicas sobre o tema.
Entre 1997 e 1999 apresentou o programa "Zumbi vive", na rádio comunitária do morro em que residia. O cineasta Walter Moreira Salles e Daniela Thomas, em 1998, filmaram o curta-metragem "Somos todos filhos da terra", baseado na vida de Adão, e premiado no Festival de Cinema de Tiradentes(MG) neste mesmo ano. Os mesmos cineastas também realizaram o clip "Guerra e paz" sobre a composição homônima de Adão.
Em janeiro de 2000 foi convidado por Filipe Cavalieri para show de abertura da Bob Marley Exhibition, expoisição oficial inglesa sobre o mestre do reggae. Mais de 500 pessoas que lotavam o teatro Nelson Rodrigues aplaudiram a performance de Adâo. Em 2002 o cineasta Fernando Meirelles o convidou para atuar com Pai-de-Santo no filme "Cidade de Deus".
Em 2003 lançou o CD "Escolástica", pelo Selo Ambulante, dos produtores Antonio Pinto e Beto Villares. No disco interpretou de sua autoria "África", "Armas & paz", "Bibi Lobi Woa", "Computador", 'Deus é um negrão", "Diamante", entre outras, nas quais mantinha um discurso místico e político através dos gêneros reggae, afropop e colagens dub.
Residia no Morro do Cantagalo, em Ipanema. Faleceu no Hospital Miguel Couto, vítima de uma Hepatite C com infecção generalizada, sendo enterrado no cemitério São João Batista.

Deixou dois filhos: Ortinho e Luanda.

Fonte: Overmundo

Escolástica Rapidshare

22 Janeiro, 2010

Marlui Miranda – Ihu: Todos Os Sons (1995)



Além de cantar e compor, Marlui Miranda é uma das maiores estudiosas das tradições musicais dos povos da Amazônia, tendo ajudado na recuperação e preservação das canções dos índios brasileiros. Já teve canções gravadas por Ney Matogrosso e Sá & Guarabyra, entre outros, e já tocou com Jards Macalé, Mawaca, Egberto Gismonti e outros artistas.
Marlui ganhou uma bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation para continuar a desenvolver seu projeto de recriação da música indígena da Amazônia Brasileira. Antes de ser um compromisso de trabalho, trata-se da certeza de um prolongamento de prazer e alegria. Afinal, o único compromisso da música de Marlui Miranda é com a qualidade.


Marlui Miranda no Rapidshare

15 Janeiro, 2010

Mestre Bimba - Curso de Capoeira Regional


Álbum do grande Mestre Bimba gravado na década de 60 !


Wikipédia

Bimba Rapidshare

13 Janeiro, 2010

Curso: "Espiral Negra: Ciência e Movimento"



Salvê.

Positividade. Licença pra um chamado.

Quilombaque, Elo da Corrente, Sarau na Brasa e Edições Toró convidam para o per-curso "Espiral Negra: Ciência e Movimento" , dando asa e chão pra Pedagoginga

No Espaço da Comunidade Cultural Quilombaque, em Perus, na Travessa Cambaratiba, portão 05 (rua sem saída paralela à estação de trem Perus, próxima à Praça Inácia Dias). São Paulo - Sp

Seis encontros aos sábados: 30/01, 06, 20 e 27/02, 06 e 13/03 – Sempre das 14h às 17h

Cartaz de divulgação, informações e inscrições até 20/01 no sítio www.edicoestoro.net

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Eis os caminhos previstos do per-curso, totalmente gratuito, com distribuição das apostilas ao final, para os 40 participantes matriculados:

30/01: "Ancestralidade do Barro: Cangomas do Afrodescendente”, com Marcos Ferreira Santos (Músico e Arte-educador. Professor da Faculdade de Educação da USP)

06/02: "Território, Samba e Geografias", com Dona Maria Helena (Presidente da Velha Guarda da Rosas de Ouro e da Embaixada do Samba de SP) e Billy Malachias (Geógrafo, Pesquisador e Educador do CEERT)

20/02: "A Geometria do Ritmo: Fração, Passo e Compasso”, com Seu Valdir Britto, o Dica (Diretor Cultural da Velha Guarda da Rosas de Ouro) e Vanísio Luiz da Silva (Educador Matemático, Professor da rede municipal de ensino e Doutorando em Educação Matemática na Faculdade de Educação da USP)

27/02: "Ndano: As Veredas da Palavra nas Rodas, no Papel e no Cinema em Moçambique", com Carlos Subuhana (Moçambicano - Antropólogo, Contador de Estórias e Pesquisador da Casa das Áfricas)

06/03: "Madeira:Nós e Desenlaces da Arte Afro-brasileira” , com Seu Batista da Silva (Artesão e Marceneiro) e Marcelo D´Salete (Artista Plástico, Quadrinhista, Ilustrador e Educador do Museu AfroBrasil)

13/03: "Fios de Áfricas: Tecidos e Identidades", com Luciane Silva (Pesquisadora e Educadora da Casa das Áfricas, Dançarina e Professora-Assistente da FACAMP)

Curso com projeção de vídeos, audição e confecção de tons e sons, mapas e oficinas pra mão e pra sola, com cheiros e tecidos e folhas e barro. Com a presença da Poesia e da Música dos coletivos organizadores.

Pra se inscrever é só chegar por esta via virtual aqui mesmo até dia 20/01 ali no sítio da Toró - www.edicoestoro.net - onde está o cartaz de chamamento e a ficha de inscrição. As respostas confirmantes estarão ali no dia 25/01.



Direção Geral e Realização: Sarau Elo da Corrente, Edições Toró, Sarau na Brasa e Quilombaque

Articulação Pedagógica: Allan da Rosa

Concepção e Diagramação de Cartaz e Apostilas: Mateus Subverso

Apoio: Nós por nós

Agradecimentos: Aos educadores que vieram na graça e na luta. E à comunidade que chega ou oferece atenção.

01 Janeiro, 2010

Orquestra dos Músicos das Ruas de São Paulo – Neurópolis



NEUROPOLIS é um espetáculo musical com a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, com concepção e direção musical de Livio Tragtenberg. Uma orquestra bastante original, formada por 13 músicos, desde músicos anônimos que atuam nas ruas de São Paulo até músicos vindos de comunidades de imigrantes importantes na história da cidade de São Paulo e que ainda praticam suas tradições musicais com melodias e instrumentos típicos como japoneses, paraguaios, bolivianos, nordestinos, etc. Tudo embalado com muito humor e suingue. Nessa composição estão combinadas as diferentes fontes e raízes musicais dos participantes, que compõe um mosaico da vida musical circulante nas ruas da cidade, destacando a informalidade e o humor. Sambas que se acompanham com harpa paraguaia, forrós balançados ao som do guitarón (contrabaixo mexicano) e da flauta boliviana. Um baião que é acompanhado por um coro de músicos paraguaios; emboladores improvisando na batida do koto (instrumento tradicional japonês).


Neurópolis no Rapidshare